aprendizagens

Para se adaptar às novas demandas do mercado de trabalho e desenvolver competências que têm sido demandadas pelas empresas no mundo todo, as escolas brasileiras vivem o desafio de prever novas aprendizagens em sala de aula e promover oportunidades fora dela, com proposições extracurriculares.

Ainda que propostas de desenvolvimento de competências não seja uma realidade nas escolas, especialmente públicas, o cenário deve provoca-las em toda sua forma de funcionamento, conduzindo professores, por exemplo, a uma atuação mais cognitiva, com diagnósticos comportamentais e capacidade de identificar as diferentes formas de aprendizagem dos estudantes. Essa habilidade não só conduz à novas formas de aprendizagem, mas também à criação de alternativas para novas dinâmicas escolares.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), Marcelo Veras, o mundo do trabalho está muito mais aberto a receber profissionais com competências comportamentais corretas do que técnicas, o que conduz a tais reflexões (Fonte: Carta Educação).

Comportamentos relacionados ao pensamento crítico, capacidade em diagnosticar e solucionar problemas e criatividade lideram a lista dos comportamentos esperados (soft skills). E são seguidas por empatia, inteligência emocional e flexibilidade.

O que devemos repensar é que tais competências não se desenvolvem em livros ou palestras. É necessária a prática. Metodologias ativas, sistema de avaliação adequado, tirando o estudante da posição passiva e transformando-o em protagonista da educação.

Isso é possível por meio da criação de espaços para desenvolvimento de oficinas criando uma experiência diferenciada na aprendizagem, que garantem diferentes modalidades oferecendo aos estudantes acesso a ferramentas lúdicas e tecnológicas que permitam uma releitura dos objetos de estudo.

As oficinas, além de permitirem experimentação e interação, desenvolvem competências cognitivas (como a compreensão, aplicação e criatividade), afetivas (cooperação, autoconfiança, respeito, negociação) e psicomotoras (reflexos, percepções, motricidade, linguagem corporal, entre outras).