Em uma época marcada pela busca de uma sociedade mais sustentável e preocupada com o futuro, velhos padrões vêm sendo quebrados e o investimento em soluções criativas é a aposta para o desenvolvimento.

Vista como a economia do século XXI, a Economia Criativa é o pilar do novo formato da economia e representa um marco, estando diretamente ligada às demandas por novas soluções, com recursos inovadores pautados na criatividade.

O conceito foi definido pelo professor inglês, John Howkins, que considera economia criativa como “aquelas atividades que resultam em indivíduos exercitando sua imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como o processo que envolve criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando conhecimento, criatividade e capital intelectual como principais recursos produtivos”.

Novas empresas virtuais, empresas pautadas na criatividade e as startups são exemplos claros desse movimento cada vez mais vivo e colaborativo. Uma era em que pessoas e organizações demonstram maior preocupação com o resultado de suas ações e valores que serão deixados para as futuras gerações.

Essa indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos, desenvolve empreendedores, promovendo diversidade cultural e desenvolvimento humano com impactos diretos na economia, porque transforma a habilidade criativa natural em ativo econômico.

Dados do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil, publicado pela FIRJAN em 2016, demonstram que a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, o que tende a crescer ainda mais com as iniciativas de apoio ao desenvolvimento dessa nova economia.

Negócios criativos podem ser apoiados buscando o fortalecimento de redes de empreendimentos criativos, inovando em processos, valorizando a identidade local, disseminando modelos de negócios, gerando novas oportunidades de negócios, promovendo educação para competências criativas, incentivando negócios nas cadeias produtivas e identificando vocações e oportunidades de desenvolvimento local regional.

E você? Vai ficar parado ou vai entrar na onda da criatividade e inovação?